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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Bem estar: Meditação, arteterapia e Reiki passam integrar procedimentos do SUS

  passam integrar procedimentos do SUS
Meditação está entre práticas que passaram a fazer parte da tabela de procedimentos do SUS (Foto: CDC/Amanda Mills)

Novidade foi publicada no Diário Oficial da União. Musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e quiropraxia também foram incluídos.


Meditação, arteterapia e Reiki agora fazem parte dos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A novidade foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União. A portaria do Ministério da Saúde também inclui musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático. Todas essas práticas integrativas passam agora a fazer parte da Tabela de Procedimentos do SUS na categoria de "ações de promoção e prevenção em saúde". O SUS já oferecia algumas opções de práticas integrativas como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal. Esses procedimentos continuam disponíveis.

Entenda as novas práticas incluídas no SUS

  • Arteterapia: uso da arte como parte do processo terapêutico
  • Meditação: prática de concentração mental com o objetivo de harmonizar o estado de saúde
  • Musicoterapia: uso dos elementos da música - som, ritmo, melodia e harmonia - com propósito terapêutico
  • Tratamento naturopático: uso de recursos naturais para recuperação da saúde
  • Tratamento osteopático: terapia manual para problemas articulares e de tecidos
  • Tratamento quiroprático: prática de diagnóstico e terapia manipulativa contra problemas do sistema neuro-músculo-esquelético
  • Reiki: prática de imposição das mãos por meio de toque ou aproximação para estimular mecanismos naturais de recuperação da saúde

Astrofísica: Sonda tenta desvendar mistério de minilua embutida em anel de Saturno

Ao ser identificada, Peggy era uma mancha comprida e brilhante na borda do anel A de Saturno (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI)

A poucos meses de fim de missão espacial, é a última chance de pesquisadores conseguirem fotografar Peggy, um objeto que fica próximo ao planeta.


Será que Peggy finalmente irá aparecer para o mundo? Cientistas que estudam o esplendor dos anéis de Saturno esperam ter em breve uma foto de um objeto que eles sabem estar ali, mas não conseguem vê-lo. A minilua, chamada de Peggy em homenagem à sogra do pesquisador londrino Carl Murray, foi descoberta em 2013. Os efeitos sobre partículas de gelo e poeira ao redor dela foram observados desde então. No entanto, nenhuma imagem que mostre a forma de Peggy chegou a ser obtida, e agora há pouco tempo para fazê-lo. A missão da espaçonave Cassini, enviada pela Nasa a Saturno - como parte de uma missão conjunta da Nasa, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Italiana - está chegando ao fim. Em setembro, a sonda será destruída na atmosfera do enorme planeta e o então constante fluxo de fotos e dados dos últimos 13 anos terá um fim abrupto. Carl Murray e sua equipe da Universidade de Queen Mary, em Londres, sabem que eles têm apenas alguns meses para conseguir uma imagem definitiva de Peggy. Felizmente, a nave Cassini passará o tempo que lhe resta sobrevoando próxima ao planeta e ao local da minilua no chamado "anel A". É a melhor chance de finalmente ver como é Peggy. Pela curiosidade em torno do "pequeno" objeto, é provável que a sonda seja ordenada a tirar uma última foto pouco antes da grande explosão. "Peggy é um objeto tão interessante para pessoas que trabalham na missão e até para o público - ela capturou sua imaginação. É como uma velha amiga para nós, como quando antes de se despedir você quer tirar uma foto. Peggy será uma das últimas missões de Cassini", disse Murray à BBC.


Teoria sugere que algumas luas maiores de Saturno podem até ter sido criadas nos anéis (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI)


O estudo de objetos como Peggy está no âmago dos objetivos da multibilionária missão espacial internacional. A larga área de gelo e poeira que cerca Saturno é uma versão em miniatura do tipo de discos observados em torno de estrelas distantes. É precisamente nesses discos onde os planetas são formados, então observar os processos e comportamentos que dão origem a objetos como Peggy pode ajudar a entender como novos mundos passam a existir. É um modelo até para entender como o nosso Sistema Solar foi criado. "Peggy está evoluindo. Sua órbita está mudando com o tempo", explicou Murray. "Às vezes ela se afasta, às vezes ela retorna, uma diferença de apenas alguns quilômetros. E é isso o que achamos que acontece com protoplanetas naqueles discos astrofísicos. Eles interagem com protoplanetas e o material no disco, eles migram, eles se movem. Vemos que quando olhamos exoplanetas em volta de outras estrelas, alguns deles não podem ter sido formados nos locais onde os vemos agora, eles devem ter migrado em algum momento". Peggy foi descoberta por acidente. Murray estava usando Cassini para tentar conseguir uma imagem de Prometeus - uma lua maior e mais visível no anel F.

Ele tirou a foto sem problemas, mas seu olhar foi fisgado por uma mancha de 2 mil km de comprimento ao fundo. Isso ocorreu em 15 de abril de 2013, no dia do aniversário de sua sogra. E o subsequente rastreamento pelos arquivos de Cassini mostraram que a alteração no anel A já era evidente um ano antes. Peggy certamente não mede mais de 5 km de uma extremidade a outra. Acredita-se que a mancha foi criada após uma colisão que levantou uma nuvem de gelo e poeira. Observações posteriores monitoraram a alteração em andamento. Se miniluas são grandes o suficiente, elas podem preencher um vão nos anéis de Saturno. Mas objetos minúsculos como Peggy provocam um impacto pequeno na faixa de partículas ao redor, ou uma espécie de ondulação em formato de hélice. Até agora, isso é o que Cassini pôde obter do pequeno alvo, mesmo com o aproveitamento da melhor resolução possível da câmera de bordo, de cerca de 5 km por pixel. Mas nos próximos meses, as órbitas que a espaçonave dará em volta de Saturno devem alterar a resolução para um ou dois km por pixel. Isso pode ser o bastante para tirar uma foto direta de Peggy e confirmar uma possibilidade intrigante: a de que Peggy recentemente virou dois objetos diferentes. "Quando Cassini saiu da órbita de seu anel no começo de 2016, fomos olhar o local onde Peggy deveria estar - e lá estava ela -, desde então estamos seguindo-a de perto. Mas pouco tempo atrás conseguimos ver também outro objeto, ainda mais apagado no sentido de que tinha um padrão de alteração menor. E quando rastreamos de volta o caminho dos dois objetos, percebemos que em 2015 eles poderiam ter se encontrado". "Então provavelmente Peggy B, como a chamamos, saiu de um tipo de colisão que fez Peggy mudar sua órbita, mas, mais do que um simples encontro que alterou um pouco sua órbita, isso era bem mais sério". Na recente reunião de outono da União Americana de Geofísica, Murray trouxe novidades sobre Peggy. Nessa conferência, Linda Spilker, cientista-chefe da missão Cassini, falou sobre o fim das atividades da sonda, culminando em seu descarte em 15 de setembro. Ela disse que as mesmas manobras de aproximação que podem trazer as fotos que Carl Murray tanto almeja também podem ajudar a determinar uma característica chave dos anéis de Saturno - sua massa. "A massa dos anéis é 100% incerta", disse Spilker à BBC. "Se eles forem mais sólidos, talvez sejam mais velhos, tão velhos quanto Saturno. Se forem menos sólidos, talvez eles sejam realmente jovens, talvez tenham apenas meros 100 milhões de anos de idade". A idade é importante para a ideia de que anéis, ou discos, são o meio onde os objetos são formados. Algumas das luas de Saturno, até mesmo várias das grandes, provavelmente surgiram da acumulação do material ao redor delas e reproduziram, nas primeiras fases de crescimento, o tipo de comportamento agora observado em Peggy. Mas a criação de luas leva tempo e se os maiores satélites de Saturno surgiram a partir do mesmo processo, o sistema do anel deve ser de fato muito antigo.

A influência gravitacional de objetos nos aneis podem produzir elementos propulsores (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Astrofísica: Aliens? Ciência tem nova hipótese para luz misteriosa de estrela

  hipótese para luz misteriosa de estrela
O brilho da KIC 8462852 é tão misterioso que cientistas chegaram a considerar que uma 'megaestrutura alienígena' envolvia a estrela (capnhack.com/Reprodução)

Pesquisadores acreditam que a estrela KIC 8462852 pode ter engolido um planeta, provocando o brilho enigmático que intriga cientistas há anos


Desde 2015, cientistas vêm tentando desvendar o mistério de uma estrela que fica a 1.500 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), localizada entre as constelações de Cisne e Lira. Batizado de KIC 8462852, o astro possui um brilho com padrões tão incomuns que, mesmo com diversas explicações científicas sugeridas, os astrônomos ainda não descartaram a possibilidade de uma enorme estrutura construída por alienígenas estar bloqueando a luz que ele emite. Dessa vez, porém, a mais nova hipótese levantada pelos cientistas não inclui vida extraterrestre. Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sugerem que a estrela engoliu um planeta em algum momento de sua vida, e os estranhos padrões de luz que podem ser observados são causados por restos do corpo celeste ou da sua lua, que eventualmente bloqueiam parte do brilho da KIC 8462852. O estudo completo será publicado na próxima edição do Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fenômeno misterioso 


Quando um planeta orbita uma estrela, é normal que o brilho dela diminua periodicamente cerca de 1%. Porém, no caso da KIC 8462852, essas quedas são muito maiores, podendo chegar a 22%. A desproporção em relação às estrelas “comuns” imediatamente fez com que os cientistas imaginassem que algo muito grande estivesse bloqueando a luz do astro – porém, só isso não explicaria a queda gradual na luminosidade que foi observada entre 1890 e 1989. Foi então que eles passaram a considerar a hipótese de que a estrela tenha engolido um planeta. Após um aumento repentino no brilho provocado pela colisão, o astro agora está voltando ao normal, envolvido por alguns pedaços de rocha que eventualmente bloqueiam sua luz. O estudo sugere que o choque tenha ocorrido há dez mil anos atrás, mas só agora a estrela está liberando a energia gerada pelo choque. Para testar sua teoria, a equipe de cientistas analisou estudos anteriores sobre a KIC 8462852 com teorias já conhecidas da física espacial, como o mecanismo de Kozai, usado para determinar as variações nas órbitas dos satélites planetários. Se seus cálculos estiverem corretos, os pesquisadores acreditam que esse tipo de colisão pode ser mais comum do que imaginavam a princípio. O mistério, no entanto, está longe de ser desvendado. Novas hipóteses vêm surgindo no meio científico, inclusive uma teoria proposta por um grupo de estudiosos que sugere que os padrões de luz incomuns da KIC 8462852 não são causados pela estrela em si ou rochas que a orbitam – e sim por lixo cósmico espalhado pelo caminho entre a Terra e a estrela. Apesar das hipóteses sugeridas se encaixarem nos fatos conhecidos até agora, nenhum dos estudos têm caráter conclusivo – e, até que se prove o contrário, a teoria de que não estamos sozinhos no universo continuará existindo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

2017: Veja as energias e regências que comandam o ano de Saturno


2017 ano de fogo e desafios cansativos


2017 é um ano do elemento Terra, mas, somando todos os fatores astrais do ano astrológico, encontramos uma predominância de fogo, com o elemento terra em segundo lugar e muito atrás. Até mesmo Saturno o regente do ano, transita num signo de fogo (Sagitário). O Ascendente do ano é de fogo (Áries); além de ter um poderoso sttelium em Áries e Marte (fogo) em Touro na casa 2 (regência de Touro e de terra). Ou seja, sempre o fogo se interpondo ou sobrepondo a Terra. Até mesmo no Horóscopo Chinês temos um ano de animal do elemento fogo (Galo de Fogo). E nesse ano de Obaluaê, Senhor da Terra, está imprensado por Ogum, Xangô e Iansã. Isso é um presságio perigoso, pois pode ser um ano onde a terra poderá sofrer mais. Terrenos ficar mais ácidos, mais salobros, mais contaminados e ter mais incêndios florestais, além de nascentes de rios secarem. Clique nos links abaixo e veja todas as análises para o ano...

Operação Lava Jato: Mais poder espiritual em 2017 - muita ação e mais surpresas



Espaço: Ao longo de Saturno o turbulento Pólo Norte do planeta dos anéis

Crédito de imagem: Cassini Equipe da imagem latente , SSI , JPL , ESA , NASA

A beleza impressionante de Saturno, visto de pertinho!

Explicação: A nave espacial Cassini Grande Final em Saturno começou. A Grande Final permitirá Cassini para explorar Saturno e algumas das luas e anéis de Saturno em detalhes sem precedentes. A primeira fase começou há duas semanas quando um voo rasante da Titan mudou a órbita da Cassini em um que passa perto de pólos de Saturno e do lado de fora de mais externo de Saturno F-ring . Destaque aqui é uma imagem tomada durante o primeiro de 20 semanas de duração da Cassini órbitas F-anel em torno de Saturno. Visíveis são o vórtice polar central, na parte superior esquerda, um limite nuvem hexagonal através do centro da imagem, e numerosos sistemas de tempestades turbulentas de cor clara. Em 2017 de abril de Cassini voltará a usar a gravidade da Titan para começar uma nova série de 22 órbitas proximais - trajetórias que terá Cassini dentro de anéis de Saturno pela primeira vez. Cassini nova aventura ciência "s está programado para terminar em 17 de setembro 2017, no entanto, quando a nave espacial robótica será direcionado para uma dramática mergulho termina missão na atmosfera de Saturno.

Astrofísica: Imagem Astronômica do Dia! A espiral Extraordinária em LL Pegasi

A espiral Extraordinária em LL Pegasi Crédito de imagem: ESA , Hubble , R. Sahai ( JPL ), da NASA

Descubra o cosmos! a fotografia de nosso fascinante universo é destaque


Explicação: O que criou a estrutura espiral estranha à esquerda? Ninguém sabe ao certo, embora seja provavelmente relacionado com uma estrela em uma estrela binária do sistema de entrar na nebulosa planetária fase, quando a sua atmosfera exterior é ejetado. A grande espiral se estende por cerca de um terço de um ano-luz de diâmetro e, enrolando quatro ou cinco voltas completas, tem uma regularidade que é sem precedentes. Dada a taxa de expansão da espiral de gás, uma nova camada deve aparecer a cada 800 anos, uma estreita correspondência com o tempo que leva para as duas estrelas a orbitar um ao outro. O sistema de estrelas que o criou é mais comumente conhecido como LL Pegasi , mas também AFGL 3068. A estrutura incomum em si tem sido catalogado como IRAS 23166 + 1655 . A imagem destaque foi tomada em quase- infravermelha luz pelo Telescópio Espacial Hubble . Por que a espiral brilha é em si um mistério, com uma hipótese que conduz sendo iluminação por luz refletida de estrelas próximas.

Fonte:apod.nasa.gov/apod/ 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Espaço - Astrofotografia: como são tiradas algumas das imagens mais deslumbrantes do Sistema Solar

Espaço - Astrofotografia: como são tiradas algumas das imagens mais deslumbrantes do Sistema Solar

A astrofotografia é um tipo especializado de fotografia que registra imagens de corpos celestes e grandes áreas do céu noturno. Nos últimos anos, os avanços nessa área foram imensos e agora não são apenas os cientistas que podem fazer imagens incríveis de nebulosas a milhares de anos-luz de distância: amadores também se aventuram, mesmo com equipamento não muito sofisticado.

Ultimamente, as imagens que mais têm surpreendido vêm da vizinhança do nosso planeta, da extraordinária esquina do Universo em que estamos.

Desde as montanhas geladas na fronteira do Sistema Solar, às erupções solares maiores do que a Terra, para onde quer que olhemos, há uma surpresa.
A primeira fotografia de um corpo celeste (a Lua) foi tirada em 1840, mas somente no final do século 19 a tecnologia permitiu a fotografia estelar detalhada.
Além de gravar os detalhes de corpos extensos, como a Lua, o Sol e os planetas, a astrofotografia tem a capacidade de mostrar objetos invisíveis ao olho humano, como nebulosas e galáxias.
A astrofotografia teve um papel importante no início dos estudos do céu e da classificação das estrelas mas, com o tempo, deu lugar a equipamentos mais sofisticados e técnicas especialmente concebidas para a investigação científica.
Atualmente, a astrofotografia é parte da astronomia amadora, e normalmente é utilizada para gravar imagens que não têm como finalidade única a pesquisa científica.

Imagens como esta já não surpreendem tanto, mas até o lançamento das missões Apollo, não tinha sido possível ver a Terra inteira do espaço. Acima, a Europa iluminada à noite, em foto feita da Estação Espacial Internacional, em janeiro de 2016.                 

Uma foto escura, em que não se vê nada? Olhe novamente com atenção. O minúsculo pontinho claro é a Terra, a seis bilhões de quilômetros, onde estava a sonda Voyager em 1990. A faixa mais clara sobre o fundo escuro é um raio de luz dispersada.                 

As auroras de Saturno são parecidas com as terrestres e se elevam a mais de 1,6 milhão de quilômetros acima das nuvens dos pólos do planeta. Partículas carregadas se concentram nos pólos e produzem cor ao interagir com a atmosfera.      ESA/Nasa/Hubble            

Em 2016, o telescópio Hubble registrou água jorrando na superfície de Encélado, a lua de Saturno. Os cientistas dizem que existe um extenso oceano sob a superfície de Encélado, considerado um dos locais mais promissores para a existência de vida fora do Sistema Solar.                 
 A tecnologia das câmeras e a nossa capacidade de instalá-las em novos locais são fundamentais para conseguir imagens tão incríveis.

Mais alto

Em 1968, os astronautas da Apollo 8 fizeram a primeira foto do nosso planeta visto da Lua. O registro foi batizado de "Nascer da Terra".                 
 Ver a Terra como um frágil globo azul e branco flutuando no espaço já não surpreende.
Mas foi só depois do lançamento das missões Apollo, nos anos 1960, que a humanidade viu uma foto completa do seu planeta.
Foram os astronautas da Apollo 8 que fizeram o flagrante acima, batizado de o "Nascer da Terra", feito enquanto orbitavam a Lua.

Mais longe

A sonda New Horizons mandou este ano informações que mostraram que Plutão é mais do que um mundo frio e escuro.                 
 Costumávamos pensar que Plutão era um mundo frio, escuro e enfadonho. Mas em 2016, a sonda New Horizons mostrou que estávamos errados.
Esta sonda e outras parecidas permitiram que víssemos, pela primeira vez, os locais mais distantes do Sistema Solar.
E o que vimos nos deixou sem fôlego.
A New Horizons mostrou que Plutão é um mundo fascinante de montanhas e vales gelados, e que sua atmosfera é azul como a da Terra.

Mais claro

O telescópio Hubble fez esta imagem, batizada de HDF, que pela primeira vez mostrou que o espaço profundo é rico em galáxias e nebulosas, que estão a uma distância de dezenas a milhões de anos-luz.                 
 Possivelmente mais do que qualquer telescópio da história recente, o Hubble transformou a compreensão do nosso lugar no Universo.
Com ele, os astrônomos capturaram o Hubble Deep Field (HDF, na sigla em inglês) ou Campo Profundo do Hubble.
A imagem icônica acima revelou que o espaço profundo está repleto de galáxias.
O Hubble também captou imagens dentro dos confins do nosso Sistema Solar.

Mais inteligente

O veículo Curiosity tem revelado detalhes nunca vistos antes da superfície de Marte.                 

O veículo Curiosity da Nasa revelou a superfície de Marte como nunca se vira antes.
Graças a isso, os cientistas puderam avaliar a chance de haver água na forma líquida - e até vida - na superfície marciana.
Mas o Curiosity não mandou apenas fotografias impressionantes da geografia do Planeta Vermelho. 

O Curiosity fez registros de rochas marcianas com formatos intrigantes, que os cientistas atribuem a erosão.                 
A imagem acima mostra o solo marciano. Este registro permite que os cientistas estudem a composição do planeta. 
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